“Não interessa se você é letrado ou não, o que importa é se você vive aquilo que fala!”
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8 de outubro de 2012
27 de julho de 2012
9 de janeiro de 2012
(Inspirado em De Ontem em Diante)
É como se eu nascesse todo dia. Não é incrível que existam bananeiras, abacateiros e jabuticabeiras? De onde será que veio tudo isso? Todo dia eu me faço as mesmas perguntas. É como se eu estivesse vendo as coisas do mundo sempre pela primeira vez. Os vales, a chuva, os mares. A terra, os animais e as florestas. O fogo, o tempo e a claridade. Sem falar no céu com todas as suas estrelas e na lua com todas as suas fases. Com surgiu tudo isso? Os meus porquês são palavras incontáveis. O sentimento de absurdo me invade quando reparo na arquitetura humana. O sistema nervoso, veias e artérias, músculos e ossos, cérebro e coração. Bocas e braços, narizes e olhos, ouvidos e mãos. O ser humano é feito de uma perfeição absurda. Realmente inexplicável. Me admiro o tempo inteiro e acredito que nunca vou me acostumar com as coisas do mundo. Quem criou tudo isso? A resposta óbvia me remete a Deus e eu pergunto: Se Deus criou tudo, quem criou Deus? Se tudo surgiu Dele, de onde Ele surgiu então? As perguntas continuam sendo as mesmas, só mudou o sujeito da oração. Eu vejo as coisas do mundo como quem assiste a um espetáculo de mágica. Num grande truque, o belo coelho branco surge de dento da cartola , até então, vazia. Como assim? Não sei. Mas quero muito saber. Todo dia eu acordo buscando saber quem sou e de onde vem o mundo. E me faço as mesmas perguntas. É como se eu estivesse vendo as coisas do mundo sempre pela primeira vez. É como se eu nascesse de novo, todo dia.O Teatro Mágico em Palavra por Maíra Viana
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Maíra Viana,
O Teatro Mágico
7 de outubro de 2011
Daquilo que é óbvio, daquilo que nos faz um tanto bem maior, daquilo que nos faz amadurecer diariamente: A capacidade que a gente tem de olhar no olho, de agradecer, de poder dialogar, críticar com sensibilidade, com coragem. Que a gente saiba valorizar cada momento nosso, porque todo mundo aqui já está automaticamente em extinção; Só existe um de cada um de nós. Que a gente saiba cuidar muito disso...
- Fernando Anitell
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O Teatro Mágico
1 de setembro de 2011
Apoderar-se de si recombinando atos, não sou quem estou aqui, sou um instante passo.
Cada um, cada qual resgatar o júbilo, resistir, ser plural, repartir o acúmulo.
Apoderar-se de si, remediando passos. Convergir no olhar nosso brio e fúria, conceber, conservar aguerrida entrega.
Nesse nosso desbravar, emanemo-nos amor. Até quando suceder de silenciar o que nos trouxe até aqui nada melhor virá...
Cada um, cada qual resgatar o júbilo, resistir, ser plural, repartir o acúmulo.
Apoderar-se de si, remediando passos. Convergir no olhar nosso brio e fúria, conceber, conservar aguerrida entrega.
Nesse nosso desbravar, emanemo-nos amor. Até quando suceder de silenciar o que nos trouxe até aqui nada melhor virá...
Da entrega- O Teatro Mágico
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17 de março de 2011
22 de setembro de 2010
Sauudade
Tudo muito lento, muito vago, muito vazio, muito cheio da sua ausência. Companhia chata, essa tal de saudade. Ela gosta de cutucar, mexer, apertar, fazer chorar. E ainda que eu saia correndo, fuja, expulse-a de perto de mim, ela insiste em me fazer companhia, e com o tempo, tornou-se uma companheira inseparável, embora por vezes, indesejável. Eu mesma aqui, choro alegre, choro triste, choro sozinha. Abri a janela e olhei o céu. O infinito fascina, e as estrelas... Ahn, as estrelas... Cada uma brilha na sua intensidade, no seu tempo. Brilha onde está, com o que pode, como pode. As formas de Órion, Escorpião. Não consegui enxergá-las muito bem, a poluição não deixou. Mas já notei essas formas tantas vezes no céu ao seu lado, que meu coração pôde, por mais de um segundo, encher-se de alegria. Eu as vejo aqui onde estou, você as vê daí onde está. Tem algo maior que une o mundo, com toda sua confusão: as lembranças. Por mais doídas e saudosas que elas sejam, as lembranças são capazes de unir dois coraçõe distantes, duas mentes diferentes, dois mundos opostos. Se a gente sente falta, é porque foi e é importante. Se a gente gosta de vida, a gente gosta de sorriso, de sonho, de realização, de felicidade, e até de saudade. E a gente gosta da certeza de que um dia, quando tudo estiver mais organizado, a mesa volta pro chão da sala, e a gente não chora de alegria e tristeza ao mesmo tempo. E toda essa confusão, é de um coração que não desapaixonou-se. E que sente e pressente: nunca deixará de amar aquele que foi-se, e levou seu amor completo e inigualável como companhia.
"A estrela que escolhi não cumpriu com que eu pedi, e hoje não a encontrei. Pois caiu no mar e se apagou, se souber nadar, faça-me um favor? O milagre que esperei nunca me aconteceu, quem sabe só você pra trazer o que já é meu?
Brilha aonde estiver... Faz da lágrima o sangue que nos deixa de pé!"
Não Há de Ser Nada - O Teatro Mágico
"A estrela que escolhi não cumpriu com que eu pedi, e hoje não a encontrei. Pois caiu no mar e se apagou, se souber nadar, faça-me um favor? O milagre que esperei nunca me aconteceu, quem sabe só você pra trazer o que já é meu?
Brilha aonde estiver... Faz da lágrima o sangue que nos deixa de pé!"
Não Há de Ser Nada - O Teatro Mágico
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19 de julho de 2010
A Casa da Árvore
E na casa da árvore entretinha-se imaginando a preocupação de todos ao darem por seu sumiço. Com o tempo, se acostumariam à idéia de viver sem a presença dele e, sem dúvida, se sentiriam aliviados. Não passariam mais pelo constrangimento de ter que justificar seu modos selvagens, sua costumeira clausura, seu silêncio telepático e aquela velha mania de transformar a vida em teorema. E na casa da árvore veria os anos caminharem lentos no compasso de cada dia de sol, eclipse e tempestade. E cravaria a sorte no tronco espesso que sustentaria seu mundo. E na casa da árvore fabricaria histórias frondosas das pessoas que habitavam as cavernas de seu coração. Plantaria as sementes na certeza de que alguém, algum dia, colheria seus frutos. Aos domingos, tomaria chá ouvindo Sinatra num radinho de pilha carregando no olhar a certeza de ter feito as coisas do seu jeito. E já não seria mais necessário contemporizar seus modos bravios, sua reclusão habitual, e aquela velha mania de transfomar a morte em teorema.
Por Maíra Viana em O Teatro Mágico em Palavras
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O Teatro Mágico
14 de julho de 2010
...
Equanto puder ser abraços,
Enquanto puder ser colo,
Enquanto puder ser cores,
Enquanto puder ser prioridade,
Enquanto puder ser sorte,
Enquanto puder ser carinho,
Enquanto puder ser amigo (acima de tudo),
Enquanto puder ser coração,
Enquanto puder ter paciência,
Enquanto puder ter simplicidade,
Enquanto puder ter sinceridade,
Enquanto puder ter sentimentos,
Enquanto puder ter ajuda,
Enquanto puder ter estrelas,
Enquanto puder ter assuntos,
E ainda assim,
Se for dor,
Se for raiva,
Se for desconfortável,
Se for estranho,
Se for opostos,
Se for espinhos,
Se for lágrimas,
Se for azar,
Se for confusão...
"Enquanto for um beijo meu...
Serás vida, bem vinda...
Terás vida, bem vinda...
Vivo em mim!"
♥ O Teatro Mágico
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21 de junho de 2010
{♪} O Teatro Magico em Palavras
(Inspirado em Ana e o Mar)
Reza a lenda que a menina andava pela beira da praia recolhendo espelhos partidos, conchas amarelas e estrelas de cinco pontas. Chamava-se Ana, a meninca de cândido semblante. As ondas induziam cavalos-marinhos a fazerem cócegas nos seus pés. A maré mudava de acordo com o relógio biológico dela. E os pescadores das redondezas costumavam consultar o horóscopo da menina antes de conduzir suas embarcações. Corria a boca pequena que a paixão do Mar por Ana sincronizava o ritmo e o som das águas. Era realmente um atrevimento, um despautério aquele caso de amor. Ninguém concordava ou achava possível que aquilo pudesse ter um final feliz. Eis que, certa vez, uma Ana decidida subira até o ponto mais alto da Ilha. Estava resolvida, a menina. De cima da pedra, saltou. Espalhou-se na imensidão que tanto a encantava. Conta a lenda que, deste dia em diante, o Mar nunca mais foi o mesmo. Suas ondas pareciam margear o olhar de Ana derramado. Suas águas traziam o cheiro e o gosto do amor da menina: tudo nele era salgado. O fenômeno causou estranheza em todos na pequena Ilha. Inexplicavelmente, o Mar carregava agora azul sob a pele e sal sobre as águas. O mesmo sal do amor da menina. O mesmo azul do olhar outrora derramado.
(Por Maíra Viana em O Teatro Mágico em Palavras)
Reza a lenda que a menina andava pela beira da praia recolhendo espelhos partidos, conchas amarelas e estrelas de cinco pontas. Chamava-se Ana, a meninca de cândido semblante. As ondas induziam cavalos-marinhos a fazerem cócegas nos seus pés. A maré mudava de acordo com o relógio biológico dela. E os pescadores das redondezas costumavam consultar o horóscopo da menina antes de conduzir suas embarcações. Corria a boca pequena que a paixão do Mar por Ana sincronizava o ritmo e o som das águas. Era realmente um atrevimento, um despautério aquele caso de amor. Ninguém concordava ou achava possível que aquilo pudesse ter um final feliz. Eis que, certa vez, uma Ana decidida subira até o ponto mais alto da Ilha. Estava resolvida, a menina. De cima da pedra, saltou. Espalhou-se na imensidão que tanto a encantava. Conta a lenda que, deste dia em diante, o Mar nunca mais foi o mesmo. Suas ondas pareciam margear o olhar de Ana derramado. Suas águas traziam o cheiro e o gosto do amor da menina: tudo nele era salgado. O fenômeno causou estranheza em todos na pequena Ilha. Inexplicavelmente, o Mar carregava agora azul sob a pele e sal sobre as águas. O mesmo sal do amor da menina. O mesmo azul do olhar outrora derramado.
(Por Maíra Viana em O Teatro Mágico em Palavras)
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24 de maio de 2010
A poesia prevalece!!!
O primeiro senso é a fuga.
Bom...Na verdade é o medo, daí então a fuga.
Evoca-se na sombra uma inquietude uma alteridade disfarçada... Inquilina de todos nossos riscos...
A juventude plena e sem planos... se esvai.
O parto ocorre, parto-me. Aborto certas convicções,
abordo demônios e manias, flagelo-me, exponho cicatrizes e acordo os meus...com muito mais cuidado. Muito mais atenção!
E a tensão que parecia não passar, “O ser vil que passou pra servir... Pra discernir...”
Pra pontuar o tom, movimento, som...
Toda terra que devo doar! Todo voto que devo parir...
Não dever ao devir, não deixar escoar a dor!
Nunca deixar de ouvir...com outros olhos!
O primeiro senso é a fuga.
Bom...Na verdade é o medo, daí então a fuga.
Evoca-se na sombra uma inquietude uma alteridade disfarçada... Inquilina de todos nossos riscos...
A juventude plena e sem planos... se esvai.
O parto ocorre, parto-me. Aborto certas convicções,
abordo demônios e manias, flagelo-me, exponho cicatrizes e acordo os meus...com muito mais cuidado. Muito mais atenção!
E a tensão que parecia não passar, “O ser vil que passou pra servir... Pra discernir...”
Pra pontuar o tom, movimento, som...
Toda terra que devo doar! Todo voto que devo parir...
Não dever ao devir, não deixar escoar a dor!
Nunca deixar de ouvir...com outros olhos!
Fernando Anitelli
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O Teatro Mágico
23 de maio de 2010
Xanéu n°5
Enquanto pessoas perguntam "porque?", outras pessoas perguntam
"porque não?".
Até porque não acredito no que é dito, no que é visto. Ter acesso é poder e o poder é a informação. Qualquer palavra satisfaz a garota, o rapaz... e paz, quem traz, tanto faz?
O valor é temporário, o amor imaginário, a festa e o perjúrio; o minuto de silencio é o minuto reservado de murmúrio,de anestesia.
O sistema é nervoso e te acalma com a programação do dia, com a narrativa a vida ingrata de quem acha que é noticia, de quem acha que é momento,
Na tua tela, quer ensinar fazer comida uma nação que não tem ovo na panela, que não tem gesto.
Quem tem medo assimila toda forma de expressão como protesto!
Num passado remoto perdi meu controle. Era a vida em preto-e-branco, quase nunca colorida, reprisando coisas que não fiz….
Finalmente se acabando feito longa, feito curta, que termina com final feliz. . . !
O Teatro Magico
"porque não?".
Até porque não acredito no que é dito, no que é visto. Ter acesso é poder e o poder é a informação. Qualquer palavra satisfaz a garota, o rapaz... e paz, quem traz, tanto faz?
O valor é temporário, o amor imaginário, a festa e o perjúrio; o minuto de silencio é o minuto reservado de murmúrio,de anestesia.
O sistema é nervoso e te acalma com a programação do dia, com a narrativa a vida ingrata de quem acha que é noticia, de quem acha que é momento,
Na tua tela, quer ensinar fazer comida uma nação que não tem ovo na panela, que não tem gesto.
Quem tem medo assimila toda forma de expressão como protesto!
Num passado remoto perdi meu controle. Era a vida em preto-e-branco, quase nunca colorida, reprisando coisas que não fiz….
Finalmente se acabando feito longa, feito curta, que termina com final feliz. . . !
O Teatro Magico
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5 de maio de 2010
O Amor é Filme
O amor é filme...
Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama, eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica; da felicidade, da dúvida, dor de barriga. É drama, aventura, mentira, comédia romântica.
Um belo dia a a gente acorda e hum... Um filme passou por a gente e parece que já se anunciou o episódio dois, é quando a gente sente o amor se abuletar na gente tudo acabou bem, agora o que vem depois...
É quando as emoções viram luz, e sombras e sons, movimentos e o mundo todo vira nós dois, dois corações bandidos enquanto uma canção de amor persegue o sentimento... O Zoom in dá ré e sobem os créditos.
O amor é filme e Deus espectador!
O Teatro Mágico
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O Teatro Mágico
Palavra tenho que escolher a mais bonita para poder dizer coisas do coração da letra e de quem lê, toda palavra escrita, rabiscada; no joelho, guardanapo, chão, ponto, pula linha, travessão. E a palavra vem pequena querendo se esconder no silêncio, querendo se fazer de oração, baixinha como a altura da intenção na insegurança.
Vírgula, parênteses, exclamação, ponto, pula linha, travessão e a palavra vem... Vem sozinha que a minha frase invento pra te convencer, vem sozinha.
Se o texto é curto, aumento pra te convencer
Palavra; simples como qualquer palavra que eu já não precise falar, simples como qualquer palavra que de algum modo eu pude mostrar, simples como qualquer palavra.
O Teatro Mágico ♫
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21 de abril de 2010
Cuida de mim
Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que as vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
Tanto faz não satisfaz o que preciso
Além do mais quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou, voce pra mim mostrou
Que eu não sou sozinho nesse mundo.
Cuida de mim enquanto não esqueço de voce
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de voce
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo.
Basta as penas que eu mesmo sinto de mim
Junto todas criou asas virou querubim
Sou da cor do tom, sabor e som que quiser ouvir
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir
Quero mais, quero a paz que me prometeu
Volto atras se voltar atras assim como eu.
Busquei quem sou
Voce pra mim mostrou
Que eu não estou sozinho nesse mundo
Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que as vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
Tanto faz não satisfaz o que preciso
Além do mais quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou, voce pra mim mostrou
Que eu não sou sozinho nesse mundo.
Cuida de mim enquanto não esqueço de voce
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de voce
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo.
Basta as penas que eu mesmo sinto de mim
Junto todas criou asas virou querubim
Sou da cor do tom, sabor e som que quiser ouvir
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir
Quero mais, quero a paz que me prometeu
Volto atras se voltar atras assim como eu.
Busquei quem sou
Voce pra mim mostrou
Que eu não estou sozinho nesse mundo
Cuida de Mim - O Teatro Mágico ♫
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Mude diante de suas angústias...
Eu tenho uma lâmpada que não consigo acender
Tenho palavras que não consigo dizer
Tenho sonhos que nunca vou realizar
Tenho uma realidade que só sabe me condenar
Tenho uma faca em minhas mãos que não consigo fincar
Tenho feridas que não querem cicatrizar
Todas as minhas balas já foram gastas
Com pessoas que eu nem ao menos conheço
Quero gritar, mas ainda não descobri o quê.
Tenho o desejo de morrer
Tenho o desejo de viver
Tenho o desejo de saber
Mas meus pensamentos só me mostram aquilo que eu não quero ver
Acreditar nas pessoas
Acreditar em mim
Acreditar em alguma coisa
Tudo o que eu vejo é escuridão
A minha e a de todos ao meu redor
Mude a minha vida
Mude a sua vida
Mude seus conceitos
Mude seu "saco de pancadas"
Mude o seu dia
Mude o meu dia
Mude sua arma
Mude sua vítima
Mude o seu mundo
Apenas começando por você.
Tudo o que eu desejo,
É encontrar algum sentido nisso tudo.
Tenho palavras que não consigo dizer
Tenho sonhos que nunca vou realizar
Tenho uma realidade que só sabe me condenar
Tenho uma faca em minhas mãos que não consigo fincar
Tenho feridas que não querem cicatrizar
Todas as minhas balas já foram gastas
Com pessoas que eu nem ao menos conheço
Quero gritar, mas ainda não descobri o quê.
Tenho o desejo de morrer
Tenho o desejo de viver
Tenho o desejo de saber
Mas meus pensamentos só me mostram aquilo que eu não quero ver
Acreditar nas pessoas
Acreditar em mim
Acreditar em alguma coisa
Tudo o que eu vejo é escuridão
A minha e a de todos ao meu redor
Mude a minha vida
Mude a sua vida
Mude seus conceitos
Mude seu "saco de pancadas"
Mude o seu dia
Mude o meu dia
Mude sua arma
Mude sua vítima
Mude o seu mundo
Apenas começando por você.
Tudo o que eu desejo,
É encontrar algum sentido nisso tudo.
Amanda
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20 de fevereiro de 2010
Especial Frases ! ♫
" é sempre só você que me entende do inicio ao fim. é so voce que tem a cura pro meu vicio de insitir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda nao vi"
(( Indios- Legião Urbana))) ♫
" Quem me dera ao menos uma vez que o mais simples fosse visto como o mais importante " (( Indios- Legião Urbana))) ♫
"♫ Nossa sina é se ensinar " ((O Teatro Magico))) ♫
" Lamentavelmente eu sou assim
Um tanto disperso
As vezes desapareço
Pois depois recomeço
Mas antes me esqueço "
((O Teatro Magico))) ♫
" Não acomodar com o que incomoda "
((O Teatro Magico))) ♫
"Sonho parece verdade quando a gente esquece de acordar"
((O Teatro Magico))) ♫
"Descobrir o verdadeiro sentido das coisas
É querer saber demais"
((O Teatro Magico))) ♫
"Somos beijos de partida e abraço de quem chegou"
((O Teatro Magico))) ♫
"Eu sei que é pra sempre enquanto durar..eu peço somente o que eu puder dar"
((( Titãs))♫
"E a nossam historia não estará pelo avesso assim sem final feliz
teremos coisas bonitas pra contar,
e ate la vamos viver..
temos muito ainda por fazer,
não olhe pra tras
apenas começamos....
o mundo começa agora"
((Legião Urbana))) ♫
"Você é riacho e acho que teu rio corre pra longe do meu mar...
mar marvado seria o rio que correndo do meu riacho...
levaria o que acho pra onde ninguém pode achar..."
((O Teatro Magico))) ♫
"Fico perdido, sem direção
Fico danado e nado o que for preciso
Em busca de um porto pro meu coração"
((Legião Urbana))) ♫
"Antes tarde do que nunca, pra nunca mais demorar"
((O Teatro Magico))) ♫
"Que dance a linda flor girando por aí
Sonhando com amor sem dor, amor de flor
Querendo a flor que é, no sonho a flor que vem
Ser duplamente flor, encanta colore e faz bem . . ."
((( Maria Gadú))) ♫
"Deixa estar que o que for pra ser vigora"
((( Maria Gadú))) ♫
(( Indios- Legião Urbana))) ♫
" Quem me dera ao menos uma vez que o mais simples fosse visto como o mais importante " (( Indios- Legião Urbana))) ♫
"♫ Nossa sina é se ensinar " ((O Teatro Magico))) ♫
" Lamentavelmente eu sou assim
Um tanto disperso
As vezes desapareço
Pois depois recomeço
Mas antes me esqueço "
((O Teatro Magico))) ♫
" Não acomodar com o que incomoda "
((O Teatro Magico))) ♫
"Sonho parece verdade quando a gente esquece de acordar"
((O Teatro Magico))) ♫
"Descobrir o verdadeiro sentido das coisas
É querer saber demais"
((O Teatro Magico))) ♫
"Somos beijos de partida e abraço de quem chegou"
((O Teatro Magico))) ♫
"Eu sei que é pra sempre enquanto durar..eu peço somente o que eu puder dar"
((( Titãs))♫
"E a nossam historia não estará pelo avesso assim sem final feliz
teremos coisas bonitas pra contar,
e ate la vamos viver..
temos muito ainda por fazer,
não olhe pra tras
apenas começamos....
o mundo começa agora"
((Legião Urbana))) ♫
"Você é riacho e acho que teu rio corre pra longe do meu mar...
mar marvado seria o rio que correndo do meu riacho...
levaria o que acho pra onde ninguém pode achar..."
((O Teatro Magico))) ♫
"Fico perdido, sem direção
Fico danado e nado o que for preciso
Em busca de um porto pro meu coração"
((Legião Urbana))) ♫
"Antes tarde do que nunca, pra nunca mais demorar"
((O Teatro Magico))) ♫
"Que dance a linda flor girando por aí
Sonhando com amor sem dor, amor de flor
Querendo a flor que é, no sonho a flor que vem
Ser duplamente flor, encanta colore e faz bem . . ."
((( Maria Gadú))) ♫
"Deixa estar que o que for pra ser vigora"
((( Maria Gadú))) ♫
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22 de dezembro de 2009
Tá certo que o nosso mal jeito foi vital pra dispensar o nosso bom...
O nosso som pausou e por tanta exposiçao a disposiçao cansou secou da fonte da paciencia e nossa excelencia ficou la fora...
Soluçao é a solidão de nós deixa eu me livrar das minhas marcas, deixa eu me lembrar de criar asas, deixa que esse veraão eu faço só, deixa que nesse verão eu faço sol.
Só me resta agora acreditar que esse encontro que se deu não nos traduziu o melhor. A conta da saudade quem é que paga? Já que estamos brigados de nada, já que estamos fincados em dor...
Lembra o que valeu a pena foi nossa cena nao ter pressa pra passar...
Cabô...
O Teatro Mágico
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